Há amores que não partem, apenas mudam de forma. Cada detalhe foi moldado com carinho, respeito e memória, para que o amor siga tendo um lugar para repousar.
Há presenças que viram constelações. Um gesto de ternura, para eternizar a luz que continua a brilhar mesmo quando os olhos já não veem.
Uma obra que convida ao imaginário, ao olhar demorado, ao prazer de ter em casa algo que não se repete.
Um fragmento de natureza sem exigências. Só a poesia de ter o tempo suspenso ao alcance dos olhos.
